16 de dezembro de 2016

Academia Parauapebense de Letras Empossa Diretoria para o biênio 2017/2018


Um tantinho atrasada nesse post mais não poderia de contar para vocês sobre a solenidade realizada na noite de terça-feira (13), no plenarinho da Câmara de Vereadores de Parauapebas (PA), onde tomou posse a nova diretoria da Academia Parauapebense de Letras (APL) para o biênio 2017/2018. Também foram empossados dois novos membros da entidade, os escritores Amós Gomes e Miguel Reis.

A cerimônia foi conduzida pela presidente interina,  a escritora, Terezinha Guimarães, devido à ausência do então presidente, Paulo Poeta, por motivo de força maior.

A nova diretoria é formada pelos seguintes escritores e poetas:

Presidente: jornalista Lima Rodrigues, ocupante da cadeira nº 4, que tem como patrono Patativa do Assaré.
Vice-presidente: escritora Terezinha Guimarães, ocupante da cadeira nº 2 e patrono Paulo Freire.
Secretário: jornalista Waldyr Silva, ocupante da cadeira nº 3, que tem como patrono Manuel Bandeira.
Tesoureiro: professor Luiz Vieira, ocupante da cadeira nº 10, tendo como patrono Jorge Amado.
Bibliotecária: escritora Rosa Ibiapina, ocupante da cadeira nº 7, que tem como patrono Fontes Ibiapina.



A APL conta ainda com os seguintes membros: advogado e escritor Rubens Moraes Júnior, ocupante da cadeira nº 5 e que tem como patrono Benedito Nunes. E a professora Carmem Garuzzi, que ocupa a cadeira nº 8 e tem como patronesse a escritora cearense Raquel de Queiroz.
O pastor e escritor Denilson Elias Lima, que ocupava a cadeira nº 6 e tinha como patrono Nilson Fanini, pediu afastamento da APL por motivo de mudança de cidade. E o também pastor e escritor Marcony Castro, que chegou a ocupar a cadeira nº 9, e tinha como patrono Rubem Alves, renunciou e deixou a APL definitivamente, alegando problemas particulares.

Ainda na terça-feira (13), tomaram posse na Academia os escritores Amós Gomes e Miguel Reis. O maranhense Amós Gomes, que passa a ocupar a cadeira nº 11 na APL, tem como patrono o poeta maranhense Ferreira Gullar, que morreu recentemente. Amós lançou este ano a obra “Qual é o seu legado?”.


Já o piauiense Miguel Reis, que ocupa a cadeira nº 12 da Academia e tem como patrono o escritor mineiro Guimarães Rosa, lançou também em 2017 o livro “A História de Parauapebas – Força e Trabalho em Carajás”.

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