18 de junho de 2026

Graciele Brito cobra plano urgente contra queimadas e solicita pavimentação na Ufra

 Na sessão ordinária da Câmara Municipal de Parauapebas desta terça-feira (16), a vereadora Graciele Brito (União) apresentou duas indicações que cobram do Poder Executivo ações imediatas para prevenir queimadas no município e a pavimentação asfáltica interna do campus da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra).

 


Combate a queimadas

Por meio da Indicação nº 406/2026, Graciele Brito cobrou do governo municipal que intensifique as ações de fiscalização, prevenção e conscientização sobre as queimadas urbanas e rurais, especialmente diante do início do período de estiagem na Amazônia. A vereadora exigiu o cumprimento de duas legislações: a Lei Municipal nº 4.925/2020 (que proíbe o uso do fogo) e a Lei Municipal nº 5.006/2021 (que institui a Campanha de Controle de Incêndios).

 

A parlamentar alertou que a comunidade já iniciou uma forte cobrança nas redes sociais devido ao aparecimento precoce de focos de fumaça e fogo nos bairros, o que coloca em risco a saúde da população.

 

"É essencial que o Poder Executivo elabore e execute um cronograma eficaz de fiscalização e campanhas educativas, visando à prevenção dos danos causados pelas queimadas, que anualmente afetam a saúde pública, o meio ambiente e a qualidade de vida", ressaltou Graciele.

 

Asfalto e acessibilidade dentro do campus da UFRA

Em seguida, Graciele Brito apresentou a Indicação nº 407/2026, voltada à Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), campus de Parauapebas. Na proposição, a vereadora solicitou a realização de obras de pavimentação asfáltica interna com foco em acessibilidade ampla para atender estudantes, docentes, técnicos e a comunidade externa que frequenta os projetos de extensão da instituição.

 

A parlamentar ressaltou que a falta de asfalto adequado no interior do campus gera lama e poças no inverno e poeira intensa no verão, prejudicando a trafegabilidade no ambiente universitário.

 

De acordo com Graciele, a situação também compromete a acessibilidade de  Pessoas com Deficiência (PcD) e com mobilidade reduzida. Por isso, ela defende que a obra deve contemplar, além da pavimentação, calçadas, rampas, faixas de pedestres, sinalização, drenagem e demais adequações necessárias para garantir deslocamento seguro, digno e inclusivo.

 

“As medidas trarão benefícios diretos, como melhoria da trafegabilidade, redução de riscos de acidentes, organização do fluxo de veículos e pedestres, valorização da infraestrutura universitária e melhores condições de acesso e permanência para a comunidade acadêmica”, enfatizou.

 

Aprovação

As duas indicações de Graciele Brito foram aprovadas e serão encaminhadas às secretarias competentes para que os projetos técnicos e os planos de contingência sejam incluídos na agenda de execuções do município.

 

Texto: Nayara Cristina / Foto: Paula Gastão (AscomLeg 2026)

 


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