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24 de março de 2024

Resenha: A Menina que Roubava Livros

Oiêeee bloguetes. 

Passando aqui para da ruma satisfação. Tenho escrito cada vez menos. Não por falta de vontade, desta vez são as atividades que tem tomado tempo. Esse tempo que é sempre o mesmo, mas devido nossas mudanças sentimos ele curtinho. 


Hoje vou deixar uma resenha como forma de indicação para quem quiser fazer a leitura desse livro.


"A Menina que Roubava Livros", escrito por Markus Zusak, é uma obra que mergulha o leitor em uma história tocante e emocionante ambientada na Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial. A narrativa é contada pela Morte, que personifica o período de guerra e observa a jornada de Liesel Meminger, uma jovem que é enviada para viver com uma nova família adotiva após a morte de seu irmão e o abandono de sua mãe.



O livro é uma exploração profunda das complexidades da natureza humana e dos eventos devastadores que marcaram o século XX. Liesel é uma protagonista cativante, cujo amor pelos livros a conduz a um ato de desafio e coragem: o roubo de livros. Através das páginas que ela rouba e compartilha com outros, Liesel encontra uma forma de escapar da brutalidade do mundo ao seu redor e descobre a beleza das palavras e da narrativa.

Além da jornada pessoal de Liesel, o livro também aborda questões como amizade, lealdade, sobrevivência e a capacidade do ser humano de encontrar esperança em meio ao caos. A narrativa é habilmente tecida, alternando entre momentos de ternura e brutalidade, e Zusak utiliza uma linguagem poética e evocativa que dá vida aos personagens e cenários.

Uma das características mais marcantes de "A Menina que Roubava Livros" é a maneira como Zusak dá voz à Morte como narradora, oferecendo uma perspectiva única e às vezes melancólica dos eventos que se desenrolam. Isso adiciona uma camada extra de profundidade à história e convida o leitor a refletir sobre a natureza efêmera da vida e a inevitabilidade da morte.

No geral, "A Menina que Roubava Livros" é uma obra poderosa e comovente que deixa uma impressão duradoura. Com sua escrita habilidosa e personagens memoráveis, Markus Zusak cria uma história que é ao mesmo tempo comovente e inspiradora, capturando a essência da humanidade em tempos de desespero. Este livro é uma leitura obrigatória para aqueles que buscam uma narrativa emocionante e profundamente impactante.

Comenta aqui se você já fez essa leitura ou se sentiu vontade de fazer.


Beijinhos 👄

25 de fevereiro de 2024

Uma Manhã Chuvosa e o Romance Literário "Orgulho e Preconceito"

Oiêe minhas leitoras prediletas e meus predieltos, afinal 50% dos leitores desse blog é do gênero masculino, assim me dizem os dados analytics do google, he, he!!


Que fazes tu numa manhã chuvosa? Eu leio, escrevo... tomo um chazinho quente. Uma manhã chuvosa muitas vezes evoca sentimentos de introspecção e reflexão, uma atmosfera propícia para mergulhar em um romance clássico. Se for uma manhã de domingo como hoje, esse casamento fica perfeito.


Uma assimilação entre uma manhã chuvosa e o renomado romance literário "Orgulho e Preconceito" de Jane Austen. As características atmosféricas da chuva ecoam os temas e nuances presentes na obra, proporcionando uma experiência enriquecedora e imersiva para o leitor.




Melancolia...uma manhã chuvosa cria uma atmosfera de melancolia e contemplação, "Orgulho e Preconceito" envolve seus leitores em um mundo de emoções sutis e complexas. Desde as primeiras páginas, somos transportados para a tranquila ruralidade da Inglaterra do século XIX, onde os personagens enfrentam dilemas interiores enquanto lidam com as convenções sociais da época. A chuva, com sua cadência constante, parece ecoar os altos e baixos emocionais dos personagens principais. 


Tanto uma manhã chuvosa quanto "Orgulho e Preconceito" apresentam uma dualidade de elementos. Enquanto a chuva pode alternar entre uma garoa suave e uma tempestade impetuosa, os personagens do romance de Austen também exibem facetas contrastantes de personalidade. Elizabeth Bennet, por exemplo, é ao mesmo tempo forte e vulnerável, perspicaz e impulsiva. Da mesma forma, Mr. Darcy é retratado como orgulhoso e reservado, mas também compassivo e generoso. Essa dualidade adiciona complexidade e profundidade aos personagens, tornando-os cativantes e intrigantes para o leitor.


A ambientação rural e bucólica de "Orgulho e Preconceito" evoca uma sensação de nostalgia e encanto, semelhante à atmosfera nostálgica de uma manhã chuvosa. A chuva, com sua capacidade de evocar memórias e emoções profundas, complementa essa sensação de nostalgia, criando uma conexão emocional entre o leitor e a história.


A assimilação entre uma manhã chuvosa e o romance literário "Orgulho e Preconceito" revela as nuances e complexidades presentes tanto na natureza quanto na condição humana. Tanto a chuva quanto a obra de Austen são capazes de evocar uma gama de emoções e reflexões, proporcionando uma experiência enriquecedora e imersiva. Que possamos continuar a apreciar e celebrar esses tesouros da literatura, encontrando conforto e inspiração em cada gota de chuva e em cada página virada.




18 de abril de 2022

Dia Nacional do Livro Infantil: Assim Começa o Incentivo a Leitura!

 



Você sabe por que o Dia Nacional do Livro Infantil é comemorado dia 18 de abril?


Vem cá que vou te contar.


Foi dia 18 de abril de 1882, que nasceu Monteiro Lobato, o primeiro escritor brasileiro. E adivinha para quem ele escreveu? Essa é fácil né! He, he!.


Então, a data foi uma forma de homenagear quem tanto fez por nossas crianças na parte literal. Clássicos como O Saci e o Sítio do Pica-Pau-Amarelo, está na memórias das pessoas mais velhas e deve ser transmitido e apresentado as nossas crianças.


Agora a pergunta que não quer calar?


Você já leu para seu filho hoje?

👀!

14 de março de 2022

Conhecendo a Biblioteca Municipal



Bom dia meus amores. 

Deixa eu compartilhar com vocês o que eu ando fazendo, além de dar essa super dica de de conhecimento e entretenimento para todas as idades. 

Na sexta-feira, 11, eu fui fazer meu cadastro na Biblioteca Municipal Hernani Guimarães Teixeira. 📚A Biblioteca Municipal aqui de nossa city que foi inaugurada em 2001 e conta com mais de 7 mil livros exemplares. 

Eu ainda não conhecia a biblioteca, pois meu cadastro era apenas na Biblioteca da Câmara Municipal, Sônia Cortez, que também é pública. 




Faz dias venho querendo postar resenhas dos livros que eu leio. Preciso arrumar tempo pra isso, he, he.


Para empréstimo apenas dois livros estão disponíveis. Eu escolhi um de conto infantil para minha sobrinha Nicole de 9 anos, que mora na França e está perdendo um pouco a língua (leitura) portuguesa.




Minha outra escolha foi um livro de poesia em espanhol. Preciso aprender através da leitura mais sobre a poesia de poetas espanhóis. O livro é bem antigo. Suas páginas em tons de caramelo revelam isso. A beleza dos velhos livros é que nunca serão livros velhos.📚



Para fazer o cadastro é bem simples, basta levar RG, CPF e comprovante de endereço e ter mais de 18 anos. 

A Biblioteca Municipal está localizada na Rua D, n°472, Bairro Cidade Nova e funciona de 08h00 às 18h00 ⏳e dispõe de um amplo espaço para leitura além de uma sala de leitura infantil.

 

👄

11 de setembro de 2021

Noite de Autógrafos: Olinto Vieira Lança Seu 2º Livro

Booom Dia! 🌸🌸


Aproveitando a manhã em casa, 🏠vou postar um texto super informativo de autoria do colega Francesco Costa, que enviou ao Blog, falando da noite de lançamento do Livro, Quando Éramos Reis, de Olinto Vieira. 






Do Vale do Jequitinhonha (MG) para Parauapebas (PA), onde já mora há 22 anos, Olinto Vieira trouxe consigo o gosto pela arte, sendo uma delas a literatura. 

O garoto, descendente de mineiros simples do interior, já escrevia poesias desde sua adolescência, tendo depois se arriscados nos rabiscos que hoje são lindas telas nas quais estampam sua “realidade oculta”. 



“No período escolar, na época chamado de primário, eu fazia caricatura dos professores; e hoje sou surpreendido por algumas que foram guardadas”, lembra Olinto, mensurando que, de risco a rabiscos, já e grande sua coleção de arte.


Mas, como todo poeta, Olindo é um sujeito discreto e, de certo modo, tímido. Tendo revelado suas habilidades poéticas apenas para amigos e nas colunas de diversos jornais impressos, estando entre eles: O Regional, Carajás o Jornal e Correio do Pará; que publicaram suas poesias e crônicas por vários anos. 


 Porém, chegou o momento de tornar, ainda mais, público suas poesias através a publicação de um livro. E nada mais digno e justo do que reunir os amigos para testemunhar essa conquista. O que ocorreu na NOITE DE AUTÓGRAFOS, na noite desta quinta-feira, momento em que Olinto Vieira autografou diversos exemplares de seu livro QUANDO ÉRAMOS REIS, obra que reúne mais de 100 poemas de sua autoria, publicado pela editora FOLHEANDO. “A primeira edição esgotou. Não esperava tamanha aceitação. Mas, providenciaremos outra tiragem para que outras pessoas possam ter acesso à coletânea de poesia”, afirmou Olinto Vieira, com a modéstia que cabe aos poetas. 


Luís Eustórgio, administrador da Prefeitura de Parauapebas, também prestigiou o evento.


Não foi apenas a venda dos livros que mostrou a aceitação dos presentes. Mas, além de lerem ali mesmo o conteúdo, muitos deles declamaram a poesia que elegia como a melhor. Depois, foi a vez do escritor bater um papo descontraído com a jornalista Hanny Amoras, momento em que, além de contar um pouco de sua trajetória artística, demonstrou seu bom humor e a fé na vida e no ser humano; o que ele deixou claro na primeira frase da primeira poesia publicada no livro: “Poesia é poeira de estrelas, deixada por Deus para brilhar o mundo”.  

Eu ladeada por Line Cássia e Juliana, responsáveis pela organização do evento.


O livro QUANDO ÉRAMOS REIS traz o prefácio de Geraldo Abdala, médico neurologista, cronista, professor universitário e professor de vida.

A dedicatória da obra foi à Marlene Campos Vieira, mãe de Olinto Vieira, a quem qualifica como sua inspiradora.




NOITE DE AUTÓGRAFOS: Contando com a presença de vários amigos (maioria advogados e jornalistas), representante da APL - Academia Parauapebense de Letras, e OAB – Ordem dos Advogados do Brasil, a noite de autógrafos para o lançamento do livro QUANDO ÉRAMOS REIS ocorreu no Espaço Dom Mendonça, a partir das 19 horas desta quinta-feira, 9.   


E quem também adquiriu um exemplar foi minha princesa Maria Luiza.

A música  ficou a cargo dos amigos que se juntaram e formaram um trio que deu show à altura do evento: Dulci Cunha (voz e flauta), Felipe de Judah (voz e violão) e Peixinho (vibes – bateria). 

(Reportagem: Francesco Costa)


Vamos ver mais fotos do evento.







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