21 de setembro de 2026

Férias! Macaé sem roteiro: praia, comida e momentos em família

Viajar para uma cidade nova é sempre uma oportunidade de descobrir lugares, experimentar sabores e criar novas memórias. Mas algumas viagens acabam nos ensinando que o mais especial nem sempre está no destino. Às vezes, está nas pessoas que caminham ao nosso lado.

Foi assim nos dez dias que passei em Macaé, no Rio de Janeiro, na companhia dos meus filhos Maria Luiza e Pedro Augusto. Minha filha mora na cidade por causa da faculdade e, dessa vez, tive a oportunidade de conhecer um pouco mais de perto o lugar onde ela vive, sua rotina, seus caminhos e, principalmente, compartilhar alguns dias ao lado dela.

Meu filho, Pedro, também embarcou nessa aventura comigo, e ter os dois por perto tornou tudo ainda mais especial.




Conhecendo Macaé sem pressa

Não fomos com uma programação rígida. Talvez tenha sido justamente isso que tornou a viagem tão gostosa.

Conhecemos a cidade aos poucos, observando sua rotina, seus bairros, o movimento das pessoas e aquela mistura tão característica de uma cidade que tem o mar como parte da paisagem e, ao mesmo tempo, uma vida urbana bastante movimentada.

Fomos à praia, caminhamos, conhecemos lugares novos e experimentamos restaurantes. Em alguns dias, saímos para descobrir um cantinho diferente. Em outros, simplesmente ficamos juntos.

E talvez sejam esses momentos aparentemente simples que mais ficam na memória.

Dias de praia e pequenas descobertas

O mar sempre tem uma maneira especial de mudar o ritmo das coisas.

Passar algumas horas na praia, conversar, rir, observar a paisagem e não ter tanta preocupação com o relógio foi uma das partes mais gostosas da viagem.

Não era necessário fazer nada extraordinário. Estar ali já era suficiente.


Entre um passeio e outro, fomos conhecendo restaurantes, experimentando comidas diferentes e descobrindo um pouco da gastronomia local. Cada lugar acabava se transformando em uma pequena lembrança daqueles dias.

E também teve muito iFood...

Porque nem toda viagem precisa ser feita de passeios.

Algumas das melhores lembranças aconteceram justamente quando estávamos em casa, cansados depois de um dia inteiro fora, escolhendo alguma coisa para pedir no iFood e simplesmente ficando juntos.

Às vezes, a programação era nenhuma.

Uma comida chegando à porta, uma conversa qualquer, uma risada inesperada, um filme, histórias do dia e aquela sensação boa de não precisar estar em nenhum outro lugar.

É curioso como, depois de tantos anos cuidando da rotina, dos compromissos e das responsabilidades, momentos assim ganham outro significado.

Conhecer a rotina da minha filha

Uma das coisas mais importantes dessa viagem foi poder enxergar um pouco da vida da minha filha em Macaé.


Conhecer os lugares que fazem parte do cotidiano dela, entender melhor sua rotina de faculdade, seus caminhos e a cidade onde ela está construindo uma parte da própria história me aproximou ainda mais dela.

Como mãe, muitas vezes queremos proteger nossos filhos para sempre. Mas existe uma beleza enorme em vê-los crescer, construir seus próprios caminhos e descobrir o mundo por conta própria.

Estar em Macaé me permitiu olhar para essa fase da vida dela de uma maneira diferente.

E, ao mesmo tempo, me permitiu viver uma experiência nova ao lado dos meus filhos.

O melhor da viagem

Quando penso nesses dez dias, não lembro apenas das praias, dos restaurantes ou dos lugares que conhecemos.

Lembro das conversas.

Das risadas.

Dos momentos em que estávamos simplesmente juntos.

Lembro de Pedro me acompanhando nessa pequena aventura, da minha filha nos recebendo na cidade onde vive e de como foi bom dividir com eles dias que não precisavam ser perfeitos para serem especiais.

Talvez essa seja uma das maiores descobertas que fazemos ao longo da vida: felicidade nem sempre está nas grandes viagens, nos lugares famosos ou nos roteiros cuidadosamente planejados.

Às vezes, felicidade é ter tempo.

Tempo para estar perto de quem amamos.

Tempo para conversar.

Tempo para comer alguma coisa juntos.

Tempo para conhecer uma cidade sem pressa.

Tempo para simplesmente desfrutar da companhia uns dos outros.

Macaé ficou na memória

Foram apenas dez dias, mas foram dias que levarei comigo.

Macaé passou a ter um significado diferente para mim porque deixou de ser apenas uma cidade que visitei. Tornou-se o cenário de momentos vividos com meus filhos, de descobertas, conversas, praias, restaurantes, pedidos de iFood e, principalmente, de convivência.

No fim, percebi que não fui apenas conhecer Macaé.

Fui conhecer um pouco mais da vida da minha filha, compartilhar uma experiência com Pedro e, talvez sem perceber, guardar mais algumas páginas da nossa história em família.

E são essas páginas simples, espontâneas e cheias de afeto que, com o tempo, acabam se tornando as nossas melhores lembranças.

Dez dias passaram rápido. Mas algumas companhias fazem qualquer lugar se transformar em casa.

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